Área de atuação
Um contrato descumprido ou um prejuízo a reparar? responsabilidade civil, contratos e indenizações
Você pagou e não entregaram ou alguém causou um estrago e agora sumiu ou não quer reparar. O trabalho começa pelo mesmo lugar nos três casos: separar o que aconteceu do que dá para provar que aconteceu. Atendimento presencial em Tubarão e on-line em todo o Estado de Santa Catarina.
O que se olha num caso civil
A pergunta que abre um caso civil não é se você tem razão. É o que dá para demonstrar. Duas pessoas contando versões opostas de uma mesma história é a situação normal, e quem decide não estava lá. Por isso a análise começa pelo que existe registrado, e não pelo que você lembra.
Prejuízo material: o que existe e quanto foi
Aqui a conta é concreta. Entra o que você gastou para consertar, o que pagou e não recebeu de volta, e o que deixou de ganhar por causa do problema. Cada uma dessas parcelas precisa de um número e de um papel que sustente o número. Um orçamento de conserto vale mais que uma estimativa de cabeça, e dois orçamentos valem mais que um.
Contrato descumprido: três caminhos, não um
Quando a outra parte não cumpre, existe mais de uma saída, e elas levam a lugares diferentes. Dá para exigir que ela cumpra o que prometeu. Dá para desfazer o negócio e receber de volta o que você pagou. E dá para manter o contrato e cobrar à parte o prejuízo que o atraso ou o defeito causou. Qual dessas serve depende do que você quer no fim, e é uma escolha sua, feita com a informação na mesa.
Dano moral não é automático
Aborrecimento, espera e irritação fazem parte de qualquer negócio que dá errado, e sozinhos não geram indenização. O que muda o quadro é o efeito concreto: você perdeu o emprego, ficou sem onde morar, teve o nome exposto, adoeceu com aquilo. Essa verificação é feita na análise, antes de qualquer promessa, porque pedir dano moral em caso que não comporta enfraquece o pedido que comporta.
Antes de assinar, o problema ainda não existe
Um contrato lido antes da assinatura é uma conversa sobre cláusulas. O mesmo contrato lido depois costuma ser uma conversa sobre prejuízo. A revisão prévia é o tipo de atendimento que ninguém procura, porque nada deu errado ainda, e é o que mais evita que o caso vire processo.
O que pode ser discutido no seu caso
Nenhum caso comporta tudo isso ao mesmo tempo. O que cabe pedir depende do que você quer no fim e do que dá para provar.
Conforme a análise, o caso pode permitir:
- que a outra parte cumpra o que prometeu;
- que o negócio seja desfeito, com devolução do que você pagou;
- que o prejuízo material seja reparado, somando o que você gastou e o que deixou de ganhar;
- que uma cláusula desequilibrada seja revista;
- que o dano seja indenizado, quando a situação passou do aborrecimento;
- que o acordo seja formalizado, quando a outra parte aceita resolver sem processo.
O que ajuda a acelerar a análise
Nada disso é exigido para a primeira conversa. O que já estiver em mãos apenas encurta a verificação.
- Contrato, proposta ou orçamento assinado
- Comprovantes do que você pagou
- Conversas de WhatsApp, e-mails e mensagens trocadas com a outra parte
- Fotos ou vídeos do problema, quando houver
- Notas fiscais e orçamentos do conserto
- Boletim de ocorrência, no caso de acidente
- O nome completo da outra parte e, se você souber, o CPF ou o CNPJ
Se faltar algum, o escritório indica onde conseguir.
O que acontece depois que você entra em contato
As mesmas quatro etapas de qualquer caso do escritório, aplicadas a esta área.
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Primeira conversa
Você conta o que aconteceu, sem precisar organizar nada antes. O escritório verifica a situação e indica quais documentos serão necessários.
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Análise do que dá para provar
Contrato, comprovantes, mensagens e fotos são examinados antes de qualquer providência. É aqui que se separa o que se sustenta do que não se sustenta, inclusive quando a conclusão é que não há caso a propor.
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Definição da estratégia
Você recebe a orientação sobre os caminhos possíveis, o acordo e a via judicial, com as etapas e o tempo esperado de cada um. As condições de contratação são formalizadas por escrito antes de qualquer medida.
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Condução e acompanhamento
O andamento é comunicado a você em linguagem compreensível, sem que precise interpretar o sistema do tribunal por conta própria. Quem analisou o caso é quem o conduz.
Perguntas frequentes
O que eu passei dá dano moral?
Não dá para responder isso de fora. Situações parecidas produzem efeitos diferentes em pessoas diferentes, e o que pesa é o efeito concreto na sua vida, não o rótulo do que aconteceu. Por isso a análise é individual: conta-se o que houve, o que mudou na sua rotina depois e o que existe registrado sobre isso. A resposta vem do exame do seu caso, e não de uma regra geral.
Eu só tenho conversa de WhatsApp. Isso serve como prova?
Serve, e em muitos casos é a melhor prova que existe, porque mostra o combinado com data. Preserve a conversa no aparelho, sem apagar nada e sem editar. Print isolado vale menos que a conversa inteira, e áudio costuma valer bastante, então guarde também.
Dá para resolver sem processo?
Muitas vezes sim, e quase sempre vale tentar. Uma notificação bem feita resolve parte dos casos, porque a outra parte percebe que a conversa mudou de tom. Quando o acordo sai, ele é formalizado por escrito, do jeito que dá para cobrar depois se não for cumprido.
Quanto tempo eu tenho para cobrar?
Existe prazo, e ele varia conforme o tipo de pedido. Além do prazo, há o problema prático: testemunha esquece, empresa fecha, conversa some quando a pessoa troca de celular. Um caso de dois meses atrás está em posição bem melhor do que o mesmo caso de cinco anos atrás.
Quero que alguém leia um contrato antes de eu assinar. Isso é atendimento?
É. Traga o contrato e diga o que você espera daquele negócio. O trabalho é apontar o que está escrito, o que não está, e onde o texto trabalha contra você, a tempo de mudar uma cláusula ou de não assinar. Uma leitura antes costuma evitar problema maior depois.
Se a sua situação for outra
Cobranças Indevidas
Quando o valor cobrado é de uma empresa com a qual você não contratou nada, ou o seu nome foi para o SPC ou o Serasa por dívida já paga, ou que nunca existiu.
Ver Cobranças Indevidas →Direito Bancário
Quando o contrato é de financiamento ou consignado: juros acima do combinado, tarifas e seguros que você não contratou, desconto no benefício que você não reconhece.
Ver Direito Bancário →Conte o que aconteceu
Diga o que foi combinado, o que a outra parte fez, e o que você tem guardado sobre isso. Se houver prazo correndo ou audiência marcada, diga isso primeiro. O retorno é feito pelo próprio advogado responsável. Nenhum documento é exigido para a primeira conversa.
Falar pelo WhatsAppAs informações enviadas são protegidas pelo sigilo profissional do advogado, previsto no art. 34, VII, do Estatuto da Advocacia.
Escritório
Av. Marcolino Martins Cabral, nº 2.526
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